PROJETO PÉ DE VENTO

Você está convidado a compartilhar conosco suas experiências em alfabetização digital!
A partir de agora uma nova proposta se abre para o futuro, a Educopédia é nossa e o Projeto Pé de Vento uma viagem pelo mundo mágico da alfabetização.
Seja bem-vindo !

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

Rubem Alves - O papel do Educador


Rubem Alves

"Enquanto a sociedade feliz não chega, que haja pelo menos
fragmentos de futuro em que a alegria é servida como
sacramento, para que as crianças aprendam que o
mundo pode ser diferente. Que a escola,
ela mesma, seja um fragmento do
futuro..."

Esta personalidade brasileira com as suas multifacetas - pedagogo, poeta, filosofo, cronista, contador de estórias, ensaísta, teólogo, acadêmico e psicanalista - tem enriquecido a nossa Educação com vasta obra para adultos e crianças. Suas literaturas têm servido de subsídio também para trabalhos nas igrejas, consultório psiquiátrico e outros fins de ajuda.
Rubem Alves tem o dom de fazer das palavras e das idéias brinquedos e instrumentos divertidos para transmitir conhecimentos. Deste modo ele fala de uma educação que perpassa todo o universo humano. Ensina que o verbo educar deve ser conjugado com o amor e paixão.
Para ele a prioridade da educação é seduzir os professores. O que acontece freqüentemente, é que, com a rotina e o passar do tempo, eles ficam amargos e começam a fazer contagem do tempo para a aposentadoria. Aí perdem o encantamento com as crianças e os adolescentes.
De acordo com o que diz a educação tem dois olhos,o primeiro olho, vê as coisas do finito, é o que a maioria das nossas escolas fazem o tempo todo, ensinar a ciência, ensinar as coisas da vida, ver o mundo. A educação do segundo olho mostra as coisas eternas. Com o primeiro olho ensinamos a ciência, com o segundo a poesia. Gastor Maschelar, se dedicou a vida inteira a educar o primeiro olho, e escreveu livros eruditos sobre a filosofia das ciências. De repente ele passou a educar o segundo olho e escreveu "A chama de uma vela". A vela para iluminar precisa se consumir. Quando Maschelar fala da vela, não se refere a conhecimentos modernos, mas ele abre um terceiro olho, o da sensibilidade.
 A grande tarefa do educador é dizer "está ali, está ali – perceba! Olhe!" –Fernando Pessoa diz, não basta não ser cego pra ver as árvores e as cores, há pessoas que têm vistas excelentes e não percebem nada. É preciso ensinar os nossos alunos a enxergar o mundo.
A educação é absolutamente apaixonante. Paixão para uma vida. Em primeiro lugar eu diria que eles se considerem afortunados por serem tocados por esta vocação. Segunda coisa, é preciso que amem as crianças. Freqüente-mente os professores têm a preocupação com um programa. Meu filósofo favorito, Nietzsche, dizia que o verdadeiro educador é aquele que leva a sério questões relacionadas com seus alunos, inclusive a si mesmo. Logo a preocupação do educador não pode ser com o programa, deve ser com o aluno, e por isso, ele deve ter um olho para cada aluno, porque está lidando com ser humano e não com o número para exame.
A primeira tarefa do educador é seduzir o aluno para o fascínio do seu objeto. Se ele não for seduzido não terá vontade de aprender. A Adélia Prado, uma grande pedagoga dizia, "não quero faca e nem queijo, eu quero é fome". Significa que a primeira tarefa é fazer o aluno ter fome do que você pretende ensinar.
E você é um professor apaixonado?

Conheça a Educopédia, envolva-se com paixão, acredite nas possibilidades e desperte em seus alunos a curiosidade que o conduzirá ao caminho do sucesso!




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Postado por : Claudia de Moraes Nascimento
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quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Rafael Parente, Pé de Vento e Educopédia no EduTec Rio

O dia 06 de Dezembro de 2011 foi muito especial, aconteceu o Edutec Rio, onde especialistas brasileiros e estrangeiros reuniram-se para apresentar experiências inovadoras que mesclam televisão, celular, internet e jogos  com a finalidade de difundir conhecimento , provocar reflexões e estreitar as relações entre professor e aluno no século XXI.
Nosso País ainda é um  aprendiz no conceito de educação pública, ao contrário de outros países latino-americanos, devido a diversos fatores como escravidão, monocultura e falta de compromisso das classes dominantes, no entanto, nos últimos anos do século XX, vencemos o desafio de colocar 98% da população em idade escolar na escola, e agora o desafio é outro, é preciso garantir a permanência desses alunos oferecendo uma educação de qualidade.
Eis então que surge "Rafael Parente", uma pessoa que decidiu pensar uma nova proposta de educação, capaz de acompanhar as mudanças do mundo, voltada para o aluno, de acordo com seu nivel de conhecimento e interesse.
Assista o vídeo do Subsecretário de Novas Tecnológias Educacionais da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro
Rafael Parente

Essa é a "Educação Bossa Nova", construída  por nós e para nós!!


E tem FUNK EDUCOPÉDICO, produzido pelo olhar de nossos alunos.


Educopédia por RAFAEL PARENTE



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quarta-feira, 7 de dezembro de 2011

JOGAR PARA APRENDER...

Por que os jogos são valiosos para a aprendizagem? Quem responde à questão é o biólogo suíço Jean Piaget (1896-1980): eles possibilitam o desenvolvimento de estruturas para o conhecer e o viver. Com eles, aprendemos pelo exercício, pelo símbolo e pela regra. Qualquer jogo se sustenta pelo desejo de querer fazer de novo (e, se possível, melhor) e tem como característica maior o prazer funcional, o gosto da repetição. As ações básicas das crianças se enriquecem graças a essa atividade de olhar por olhar, pegar por pegar, ouvir por ouvir, cheirar por cheirar.

Para Piaget, o jogo de exercício - o primeiro que apresento neste artigo - coincide com os "afetos perceptivos", ou seja, com o interesse em praticar os sentidos, que serão sempre um dos critérios para nossas relações com as coisas e as pessoas. Ver, tocar, degustar, enfim, sentir e pensar são, de fato, os ingredientes básicos de qualquer interação.
O jogo como prazer funcional de repetir uma atividade por si mesma possibilita aprender pela experiência. Graças a isso, os pequenos passam a observar melhor, aperfeiçoar comportamentos e coordenar pontos de vista. Para tanto, é preciso que vivam em um ambiente rico de possibilidades. Ensinar, aqui, não é transmitir informações, e sim prover condições, cuidar e se importar com aquilo que tem valor para o desenvolvimento. Trata-se do valor da afetividade para aprender. Aquilo que se quer alcançar nos possibilita enfrentar e superar as dificuldades para chegar lá.

A segunda forma de jogo - o jogo simbólico - é igualmente valiosa aos processos de aprendizagem. Expresso nas brincadeiras e nas infinitas possibilidades de imaginação ou de fazer de conta, é um meio de assimilação do mundo. Graças ao símbolo, as crianças pequenas podem compreender as coisas, atribuir significações a elas e recriá-las de forma livre e consentida. Elas aprendem a incorporar o mundo do jeito que lhes interessa.
Mesmo que haja reprodução ou imitação, os pequenos estão desvinculados do compromisso de repetir um modelo ou referência, pois essa é uma oportunidade de combinar ou imaginar livremente e viver a magia dessa felicidade. É um jogo que permite a compreensão, pois, por meio dele, as crianças podem dizer ou representar, a seu modo, o que pensam e sentem sobre aquilo que fazem. Jogar, nesse sentido, é uma das condições para aprender. O melhor de tudo é que elas fazem isso com gosto, intensamente.

A terceira forma de jogo - o jogo de regras - requer regras e objetivos definidos e interação com pessoas e coisas e, para sua ocorrência, as duas formas anteriores são importantes. O prazer funcional e o faz de conta estão a serviço do interesse em desenvolver bons procedimentos para ganhar, ir além. Não é assim também na vida?

É com e por meio do outro que os pequenos aprendem a argumentar, tomar decisões, compartilhar experiências, observar e coordenar pontos de vista. Além desses procedimentos tão importantes, aprendem também a concluir, esperar, respeitar, se concentrar, ganhar e perder em função do conhecer. Graças ao jogo de regras, aprendemos a tomar decisões, planejar, desenvolver, fazer algo que valha a pena do começo ao fim.

Seguindo essa linha de pensamento, é importante compreender que vida e conhecimento não são jogos, mas que as formas de viver e conhecer são. É por meio deles que exercitamos, simbolizamos e aperfeiçoamos nossas maneiras de interagir com as pessoas e as coisas e de proceder bem. Quando o tornar-se lúcido é mediado pelo lúdico, o amor ao conhecimento e às pessoas encontra realização e sentido.

 É psicólogo especializado em Piaget e professor do Instituto de Psicologia da Universidade de São Paulo (USP)



Postagem : Claudia de Moraes Nascimento
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domingo, 4 de dezembro de 2011

MULTIRIO - CONTOS DE FADAS AJUDAM A ALFABETIZAR


Rapunzel, Peter Pan, Bela Adormecida, João e Maria... A infinidade de personagens de histórias infantis passou a fazer parte do dia a dia do Ciep Dr. João Ramos de Souza, na Ilha do Governador. Como forma de incentivar a leitura e a escrita dos alunos em processo de alfabetização, a professora Ticiana Hatschek resolveu instigá-los utilizando os contos de fadas para trabalhar diversas disciplinas, além de trazer uma leveza para o cotidiano de dificuldades que as crianças da Rede enfrentam.
A professora percebeu que vários alunos da sua turma, a 1.101 do 1º ano do Ciclo, demonstravam pouco interesse pelas atividades e uma certa agitação, mas gostavam de ouvir histórias. Porém, havia uma enorme dificuldade de recontá-las, e muitos nem sequer conheciam as letras do alfabeto. "Eles chegaram para mim com uma enorme dificuldade de interpretação de textos. Agora, conseguem entender o sentido de antes e depois ou de começo, meio e fim", argumenta.
Para chegar a esse resultado, Ticiana iniciou a atividade com um alfabeto de personagens dos contos de fadas e descobriu que os alunos não tinham tanta familiaridade com tais figuras. Foi aí que começou a se consolidar seu projeto intitulado Contos de Fadas: Realidade ou Ficção. Ela passou a fantasiar-se para contar as histórias. Em seguida, com os alunos, sempre monta um texto coletivo sobre a narrativa, fazendo sua reconstrução. A atividade seguinte consiste em um questionário com perguntas e respostas, listando os personagens.
Processo de trabalho
A partir daí, dependendo da história, trabalham-se conceitos de Matemática: números naturais, formas geométricas, medidas, por exemplo. O conhecimento também se estende a outras disciplinas, como Ciências e Geografia, quando se fala de animais, plantas, mapas, datas importantes, entre outros temas. Os alunos assistem a vídeos com a história contada e ouvem uma segunda história a partir das referências da principal.
A primeira história lida foi Peter Pan, para a qual a professora vestiu-se de Sininho. "Na história, havia um crocodilo, então, procuramos falar de outro animal similar, só que mais conhecido: o jacaré. Buscamos saber o que ele comia, como era e por aí vai. Fizemos um mapa da Terra do Nunca. Estudamos outras palavras com a letra P. Fizemos caça-palavras com o nome dos personagens", relembra Ticiana.
Depois do sucesso dessa primeira atividade, as crianças foram apresentadas a outros clássicos da literatura infantil: Soldadinho de Chumbo, Cinderela, Rapunzel, 101 Dálmatas, João e Maria, O Gato de Botas e A Bela Adormecida. "Hoje, cerca de 70% da turma leem e escrevem bem. Alguns alunos ainda estão no meio do caminho, mas sempre dispostos a aprender. Eles ficam encantados com a fantasia", comemora a professora.



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Postado por : Cláudia de Moraes Nascimento
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VOCÊ SABE INTERPRETAR AS HIPÓTESES DE ESCRITA DE SEUS ALUNOS?

Este texto é da Revista Nova Escola, que trouxe uma matéria sobre alfabetização muito interessante, compartilho com vocês, e tenho a certeza de que será de grande valia para todos nós!
Aproveitem e deixem seus comentários para trocarmos nossas impressões!! Aproveitem!!

As crianças, os jovens e os adultos não alfabetizados formulam ideias sobre o funcionamento da língua escrita, antes mesmo de frequentarem (ou voltarem a frequentar) a escola. Essas teorias internas evoluem por meio de reflexões que o próprio aluno faz sobre o sistema de escrita ao longo do tempo (e ninguém pode fazer por ele) e também por meio das interações que realiza com as informações que o ambiente lhe oferece. Trata-se de uma evolução conceitual e não exclusivamente gráfica. Por isso, o professor precisa buscar descobrir o que o aluno está pensando sobre a escrita naquele momento, mais do que avaliar se consegue desenhar bem cada uma das letras. Identificar as hipóteses de escrita de cada aluno é condição primordial para planejar as atividades adequadas e, principalmente, os agrupamentos produtivos na turma.

Avalie se você está interpretando corretamente as hipóteses de escrita dos seus alunos.



Resultado da nossa enquete!

Com que frequência você utiliza a internet como ferramenta facilitadora para seu trabalho em sala de aula?

80%  afirmaram que sempre utizam a internet como ferramenta facilitadora do trabalho em sala de aula.
20% afirmaram as vezes (pelo menos uma vez no mês) utilizam a internet como ferramenta facilitadora do trabalho em sala de aula.

De um modo geral podemos concluir que a maioria dos professores reconhecem que a internet e consequentemente as aulas digitais são ferramentas inovadoras e eficazes no processo ensino aprendizagem. Estamos no caminho certo!!


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Postado por : Cláudia de Moraes Nascimento
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sexta-feira, 2 de dezembro de 2011

CIEP Adão Pereira Nunes - EducoAlfabetizando e Letrando com Pé de Vento

"É preciso pensar menos em competição e mais na cooperação e colaboração."
(Profª Gisele Cordeiro)


Antes de dar continuidade à série de postagens (ainda estou recebendo e organizando o material de diversas escolas participantes) sobre a 2ª U.E.xpondo/6ªCRE, vou apresentar aqui o trabalho de sucesso que o CIEP Dr. Adão Pereira Nunes vem realizando com o uso do Laboratório de Informática, da Educopédia e do Pé de Vento

Foi no blog do CIEP, BlogAdão(1), criado e gerenciado pela coordenadora pedagógica, Gisele Cardoso Cordeiro, que eu recolhi - através de diversas postagens (ver Referências) - as informações de como nasceu e está caminhando a proposta de alfabetizar através de um projeto pioneiro: o curso Pé de Vento da Educopédia, e ainda sobre a proposta de monitoria (de alunos mais velhos para auxiliar os mais novos - e até mesmo os professores, se for necessário!), enfim, sobre o uso eficiente do Laboratório de Informática na escola!

Uma nota introdutória...

Nós, professores da "velha guarda", como eu, nos sentimos tentados a chamar o Pé de Vento de cartilha virtual ou cartilha digital online, mas o Pé de Vento é muito mais do que nossa velha cartilha de outrora, trata-se - segundo o blog do Pé de Vento - de um "curso digital de alfabetizaçãol"(9), portanto, de um novo conceito em alfabetização! Criado exclusivamente para a Educopédia pela família de professores alfabetizadores da rede (com o apoio de uma empresa especializada), essa aventura digital - segundo o blog da Educopédia - está em total harmonia com as Orientações Curriculares, mas dentro de um tipo de livro digital que poderá ser utilizado por todos os professores alfabetizadores que assim desejarem.(8)

"O curso é uma iniciativa da Subsecretaria de Novas Tecnologias Educacionais da Secretaria Municipal de Educação do Rio de Janeiro, e visa oferecer a alunos e professores mais uma ferramenta para a alfabetização e letramento também em meios, e por meios, eletrônicos."(9)

"O curso possui objetos de aprendizagem inseridos em uma narrativa atraente e divertida. A narrativa se desenrola por meio da resolução de desafios interativos, e à medida que o aluno vai resolvendo os desafios, novas atividades vão surgindo. " (9)

 Como esta proposta de alfabetização e letramento está sendo usada no CIEP Adão?

"Educoalfabetizando e letrando" - diz Gisele - é o novo projeto do CIEP Dr. Adão Pereira Nunes que utiliza a Educopédia para reforço na alfabetização dos alunos de ano inicial. As aulas são ministradas pelos alunos monitores de tecnologia [do projeto LigAdão].(2)






 
Na capacitação dos monitores, os alunos exploram todos os recursos da Educopédia para auxiliar as turmas de alfabetização no projeto.(3)

Alunos na capacitação para monitor



Como surgiu o projeto na escola? Qual o objetivo?


Foi no 2º dia da 8ª Jornada Internacional de Educação que a coordenadora Gisele Cordeiro teve o insight do projeto.

Assim ela registra no blog:

"Dia produtivo, minha mente fervilhou de idéias. Assisti Rafael Parente falar da Educopédia, conversei com Marcelo e Francisco, ambos Educopedistas. Trocamos experiências, falamos de projetos. É bom poder discutir idéias e refletir sobre nossa prática. Estou muito interessada em trabalhar com Redes Sociais e conexões para mudar a estrutura da escola. É preciso pensar menos em competição e mais na cooperação e colaboração. O Rafael exibiu o vídeo: Conecte-se para um mundo melhor! Bingo! Pensei: a escola precisa utilizar as conexões para um mundo melhor, e o início é fazer uma escola melhor! É necessário criar espaços para que os alunos e professores possam trabalhar juntos, como parceiros. Para isso, penso em utilizar Redes Sociais e softwares livres. Na Jornada, conversei muito com meus colegas e estou pensando em mais um projeto, o LigAdão. O projeto visa inverter os papéis dos personagens da escola. O aluno será o professor e o professor será o aluno. Os alunos serão tutores de seus professores para o uso das novas tecnologias, criarão blogs, postarão notícias, ajudarão a navegar etc. O professor poderá tirar suas dúvidas, aprender a utilizar a tecnologia sem sair de sua sala de aula, tudo isso pelas mãos de seus alunos. Os professores ganharão tempo, conhecimento, os alunos ganharão autoestima, autonomia. As relações mudarão, professores e alunos serão colaboradores A escola ganha, os professores ganham e os alunos ganham. Apesar do relato apaixonado, é preciso deixar claro que o caminho é árduo, cheio de conflitos, mas precisamos nos conectar para fazer um mundo melhor! Nós, do CIEP Dr Adão Pereira Nunes, estamos conectados para fazer do mundo um lugar Melhor!(5)
 
Todo esse entusiasmo inicial da profa. Gisele não se perdeu, ao contrário, ela junto com sua equipe de professores colocaram em prática e deram vida ao projeto que vem caminhando a todo vapor!
 

Gisele Cordeiro e Rafael Parente, na Jornada Internacional de Educação no Rio


LigAdão / Educoalfabetizando e Letrando 

"O projeto teve início e está fazendo sucesso - diz Gisele Cordeiro -, as crianças estão animadas e os monitores estão aprendendo a cada dia".(4)





O projeto desenvolvido na escola...

Ações:

"Trabalhar folclore, alfabetização e tecnologia com alunos do ano inicial, utilizando especialmente a Educopédia (aulas do 1 º ano), Pé de Vento."

"Apresentar aos alunos lendas, parlendas do folclore brasileiro. Destacando os personagens e suas características e qualidades."

"Usar palavras dos textos, frases e músicas para trabalhar com os alunos."

"Oportunizar o acesso à tecnologia de maneira mediada para favorecer a autonomia." (4)



Na tela do computador, Pé de Vento


Parabéns a equipe do CIEP Adão Pereira Nunes, por acreditar na transformação da Educação pela inovação!






Conheçam as novas possibilidades oferecidas pela Educopédia no  Blog Educopédia  -      Educopédia na XV Bienal do Livro 2011 -        Conhecendo ASAS DE PAPEL e GRANDES OBRAS   - http://educopedia2010.blogspot.com/2011/09/educopedia-na-xv-bienal-do-livro-2011.html    

      
 Agradecimento especial a Rioeducadora : Imaculada Conceição Manhães Marins 
Representante do Rioeduca na 6ª CRE, pelo lindo trabalho junto a Escola.

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quinta-feira, 1 de dezembro de 2011

JOGANDO TAMBÉM SE APRENDE!!!

Em todos os tempos, desde as sociedades primitivas, o ser humano brinca, em especial as crianças. Jogar não é só prazeroso, como também desafiador, além de desenvolver no indivíduo o raciocínio e a capacidade de imaginar e apropriar-se dos conceitos de se viver em sociedade, já que precisa do outro para dividir este momento.
Falando da nossa atualidade, os jogos virtuais despertam em nossos alunos a motivação pela interação que oferecem.
A construção de conhecimento, de forma lúdica, gera não só o prazer em aprender, mas sobretudo o interesse em aprender mais ainda!
Então pensando desta forma, podemos concluir que, aprender com jogos são atividades prazerozas para o adulto (professor) e para a criança (aluno), pelas várias possibilidades de serem construídos conceitos que jamais serão esquecidos.
Monteiro (2008), já nos dizia que "com o advento das novas tecnologias da educação, a escola precisa acompanhar o processo de modernização" e vai mais além dizendo que "o brincar tem se modificado devido à diminuição das brincadeiras tradicionais" e que "este fato se deve principalmente, pela falta de segurança que as crianças tem para brincarem na rua".
A sociedade mudou e com ela o brincar tornou-se mais virtual, porém não menos eficiente, já que a tecnologia oferece uma enorme capacidade de interatividade
A alfabetização e letramento é algo indispensável para se viver em sociedade, o desafio no entanto é transformar este processo em algo motivador, onde o aluno seja capaz de enxergar além dos limites do código, os jogos oferecem justamente a oportunidade de explorar, aprender e solucionar problemas.
As novas ferramentas tecnológicas, o computador e a internet, já fazem parte da vida social de nossos alunos e tem exigido dos mesmos comportamentos específicos frente a esse novo milênio.
A vida moderna se modifica a cada momento com o aparecimento das novas tecnologias de comunicação, o que influencia o processo ensino-aprendizagem e nos leva a refletir que nossos educadores precisam com urgência,   repensar suas práticas pedagógicas.
A utilização de jogos educativos, pode ser um recurso que vem a complementar de forma positiva o processo de aprendizagem e desenvolvimento humano.

Texto: Cláudia de Moraes Nascimento

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